segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
i9 Consumo
Eu assino em baixo (e me poupo de algumas consultas grátis)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Vírgulas Fatais I
Um homem rico, sentindo-se morrer, pediu papel e pena, e escreveu assim:
Não teve tempo de pontuar - e morreu.
A quem ele deixava a fortuna que tinha? Eram quatro os concorrentes.
A irmã do morto chegou em seguida, com outra cópia do escrito; e pontuou-a deste modo:
Chegou o sobrinho e fez estas pontuações numa cópia do bilhete:
Surgiu o alfaiate que, pedindo a cópia do original, fez estas pontuações:
O juiz, revoltado, pegou sua pena de ponta grossa, um tinteiro, e concluiu:
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
As 10 estratégias de manipulação midiática
| Noam Chomsky: O professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachussetts, Noam Chomsky, elaborou uma lista das "10 Estratégias de Manipulação" através da mídia. |
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja com outros animais (citação do texto "Armas silenciosas para guerras tranquilas").
Criar problemas e depois oferecer soluções
Esse método também é denominado "problema-reação-solução". Cria-se um
problema, uma "situação" previsa para causar certa reação no público a
fim de que este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas.
Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência
urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o
demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou
também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um mal
menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos
serviços públicos.
A estratégia da gradualidade
Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta
aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa
maneira, condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo)
foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo,
privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa,
salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que
teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
A estratégia de diferir
Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de
apresentá-la como "dolorosa e desnecessária", obtendo a aceitação
pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um
sacrifício futuro do que um sacrificio imediato. Primeiro, porque o
esforço não é empregado imediatamente.
Logo, porque o público, a massa tem sempre a tendência a esperar
ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido
poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à
ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade
A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza
discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis,
muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse
uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais.
Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom
infantilizante. Por quê? "Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela
tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então,
provavelmente, ela terá uma resposta ou ração também desprovida de um
sentido crítico (ver "Armas silenciosas para guerras tranquilas")".
Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um
curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos
indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite
abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar
ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir
comportamentos...
Manter o público na ignorância e na mediocridade
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os
métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da
educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre
e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja
entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e
permaneça impossível de alcançar (ver "Armas silenciosas para guerras
tranquilas").
Estimular o público a ser complacente com a mediocridade
Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e
inculto.
Reforçar a autoculpabilidade
Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça,
devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços.
Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se
autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos
efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!
Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem
No transcurso dos últimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou
uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e
utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e
à psicologia aplicada, o "sistema" tem disfrutado de um conhecimento e
avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico.
O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si
mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um
controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos
indivíduos sobre si mesmos.
Fonte: Argenpress, reproduzido por dital
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
The Karate Kid
| Rating: | ★★★★ |
| Category: | Movies |
| Genre: | Action & Adventure |
The Kung-fu Kid?
(contem Spoilers)
Chega a durante o filme a mãe chamar a arte marcial de Karate.
- Não é caratê, mãe! - corrige o pequeno Chau Dre. - É Kung Fu.
- Karatê, Kung fu... É tudo a mesma coisa!
Bem, senhora mãe do filho do Will Smith no cinema: Você comparou a pérola da cultura chinesa a algo dos seus odiados rivais? Politicamente correto passou longe aqui, né? Infelizmente o público americano foi ver este filme com o mesmíssimo conceito que você tinha. A jogada de abutre para ganhar dinheiro aproveitando-se de uma franquia já popular foi golpe baixo.
The Karate Kid era uma bomba projetada para explodir. Primeiro, por ser um remake; segundo por ser obviamente um remake de filho mimado de papai rico e influente. E por fim, por desprezar cânones... O novo Karatê kid nem Karatê lutava! Não tinha Sr. Miagi (muito mais alma do filme original que o Daniel-san). O brilhante Jackie Chan estava no projeto, mas não animava muito.
Só que ao contrário do "último dobrador de fezes" (que resenhei ha pouco), todos que assistiam aprovavam o filme. Este sábado eu reservei para ver (ainda com esperança) o filme do Shyamalla. Como parecia que não iria rolar, preferi queimar o cartucho e fui ver o Karatê kung-fu Smith.
Se você conhece o filme original, sim, sabe o spoiler inteiro: O moleque que apanha na escola e esbarra no zelador que ensina artes marciais atravez de bricolagem, entra no torneio, se machuca por causa do hesitante vilão secundário, vai à final com o "filho do demônio" que o perseguia... e ... bem, vence.
O que muda é mostrar a china, ao invéz do japão (na verdade a filosofia japonesa de Pat Morita). Os cenários são da china moderna, e da tradicional. Os personagens secundários que valem a pena (ignorem o chininha loiro amigo do Dre que some do filme depois de 20 minutos). É a menininha "interesse romãntico" do jadeen Smith, é o próprio Sr. Ham, a mãe biruta e politicamente incorreta que adora o modo de vida chinês. Mesmo o novo "Cobra Kai". Pena que o professor não leva uma merecida sova do Jackie Chan como no filme original.
Enfim, o filme: O pirralho mimado filho de pai rico é um baita ator de comédia, e treinou duro para virar um inesperado herói de ação. Ele não atraza o Jackie Chan. Parabéns Will Smith... fez alguma coisa boa depois de "Homens de Preto"!
O enredo é convincente, e as coreografias são impressionante. Claro, Kung Fu é mais acrobático que o Karatê, o que funciona melhor na tela de cinema. Fora a provocação gratúita do Dre aos valentões do Kung Fu (que também tem no filme oitentista) todo o enredo aconteceu de forma crível, divertida em certos pontos e dramático em outros.
Voltando ao politiamente incorreto, quando os pais da chinezinha proíbem ela de ser amiga do Dre disse que "Porque você é uma má influência para mim"... Eu ainda acho que tinha um gostinho de Porque você é negro naquilo.
Mas foi politicamente correto desta vez. Deixe que os Japas e os Chinas se entendam!
Enfim: É um excelente filme! Posso estar exagerando por entrar no cinema com baixíssimas expectativas, mas creio que conquistou mais que o próprio Karatê Kid Original. O golpe da Garça é pinto perto do "gol de bicicleta" que é o Golpe finalizador do Dre. Não entrarei em detalhes, pois ver a construção do Chute com o Pé de Apoio é emocionante!
Vá pela trama intermediária, pela beleza do Kung Fu, pelas atuações excelentes de Jackie Chan e Jaleen Smith, pelas paisagens impressionantes da china - moderna e antiga. O enredo é o mesmo do filme antigo, mas com mais sustança.
O Último Mestre do Ar
| Rating: | |
| Category: | Movies |
| Genre: | Action & Adventure |
- Hardman, esse filme do "último mestre do ar" é muito ruim!
- Porque? - pergunto.
- Porque não tem nada do desenho! "fulano" deveria ser assim e é assado, eles não mostraram episódio 34 quando o Avatar encontra um sapo cururu, eles dobram para a direita e a água vai para a esquerda...
Diálogos como este ocorreram com algumas variações. "Avatar, The Last Airbender" é um desenho muito popular e com fãs xiitas, o que nubravam os julgamentos de quem o assiste.
Eu assisti a episódios esporádicos desse desenho quando passava na TV a cabo. Eu gostei do que vi, a história, a mitologia que embaseia, me pareceu um projeto simpático o qual eu assistiria. Pena que por conflito de horários não pude seguir vendo-o.
Então, sai um filme, do controverso M. Knight Shayamalaleya. Admito que não fui ás fontes tradicionais de informações para saber sobre o filme, então busquei meus conhecidos. Mas não consegui resposta satisfatória: Todo mundo detestou o filme mas fazia questaão de dizer que é porque o Desenho tinha fatos, atitudes, ou conceitos diferentes do filme.
Eu não ligo. Eu tenho bom senso de saber que é uma adaptação! Que tinha 2 horas para mostrar toda uma temporada. Se ele se afastar do desenho, não faz do filme uma Merda.
Eh, não, não estou dizendo que "O Último Mestre do Ar" Não seja uma merda!
Para começar, os atores: O Aang era muito fraco. Para piorar, eu vi dublado, e o dublador era muito pouco natural. Não sei porque não chamaram o dublador do desenho como fez com a maioria dos personagens... Acho que isso maximizou o desempenho fraco do protagonista. Outros, exceção ao SUka/Soka, não vendiam seu peixe de forma alguma. E olha que deram ao dublador do Nicholas Cage - um dublador muito bom - um papel quarternário!
Shyamalla... Shyamalla... Ele que tanto nos impressionou com "O Sexto Sentido" e foi tão injustamente criticado com "Corpo Fechado" ratou feio neste! No começo ele fazia cenas longas e sem cortes, com diálogos longos e ação que parecia fazer o mundo inteiro parar para mostrar o que aquele que estava na câmera fazer o que ia fazer. Esse recurso ficou legal em "A Dama da Água", mas no filme, ficou angustiante e artificial (os péssimos atores não ajudaram).
Mais tarde no filme, ele percebeu que queria "socar" muitos eventos do anime ao longo das suas duas horas, e passou a cortes rápidos que alguém falava o óbvio, mostrava uma ceninha de ação, e cortava para outro lugar. Parecia mesmo uma daquelas cenas de "no último episódio..." em que faz uma breve recapitulação de o que houve em episódios anteriores de uma série enlatada americana... Mas nas séries essas repatitulações duram dois minutos... No filme foram quase UMA HORA!
E a apresentação dos personagens, não vejo coisa tão forçada ha milênios! Parava no Suko e ele chama um moleque e pergunta seu passado, aí rola o flashback de suas motivações. E Aang faz flashbacks de suas motivações para fugir do templo. E os ormãos Katarro e soka conta suas motivações para seguir com esse moleque estranho com quem trocaram meia dúzia de palavras.
Efeitos especiais: Bons. Não foram demais, e convenciam... Mas não dá para comprar o filme por eles somente.
Stallone disse no Twitter: the hardest part of making action films is attempting to inject heart and soul.. bullets are easy , emotions are hard. LIKE LIFE ITSELF.
"O Último Mestre do Ar" Não tinha balas e não tinha heart and soul.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Cânones
Isso é um cânone.
Tem sua explicação no trama de como funciona o universo Marvel. Os seis elementos representados pelas gemas da manopla do infinito mostram os domínios. O Surfista possui domínios da esfera "Poder" e "Espaço", e precisaria da esfera "Espírito" para poder proceder a uma ressurreição, mesmo sendo capaz de surfar pelo núcleo de uma supernova...
"O Surfista Prateado não tem o poder de ressuscitar os mortos!"
Consta de enciclopédias da Marvel. É motivo de tramas filosóficas da raiz da própria origem do surfista prateado.
Portanto, quando o filme de 2007 o faz RESSUSSITAR OS MORTOS, isso ofende no âmago todos os fãs deste personagem!
Todos os SEIS!
Há coisas que um personagem que tenha motivação e personalidade firmada não fará, e que não necessariamente é uma ordem direta e imperativa como "O Surfista Prateado não tem o poder de ressuscitar os mortos!". Vocês não verão o Superman falar um palavrão, o Indiana Jones estar satisfeito e feliz com a presença de uma cobra no recinto, o Wolverine apelar para a diplomacia ao invés de usar - de forma potencial ou ativa - as suas seis lâminas de adamântium, Ou o Deadpool... eh...
Eu já fui vítima disso. Ví, na mão de outros autores, meu sinistro deus dos vampiros vestido de Papai Noel, meu personagem casca-grossa soltando cômicas interjeições nordestinas, E ver os mandamentos semi-divinos de "os terráqueos não podem energizar a belonave betelgeusiana de Infinito" ser esmerdalhado por um sujeito colando um par de pilhas "AA". Devo dizer que eu sou fã de meus personagens, e sofro mais como fã do que como autor. Aprendi a não demonstrar isso, mas ...
Não é ser personagem infalível, pois um personagem infalível, que possua todos os poderes do mundo e ainda veja o futuro para saber a trama de antemão não rende nada empolgante. Cômico, como o Axe Cop, mas nunca empolgante. Sejam ethos, traços da personalidade, seja limites e características corpóreas, uma sensação lógica de como o personagem lida em determinadas situações. Para o leitor acostumado entender e se familiarizar com aquela reação.
No primeiro parágrafo, diz "Superman entra numa câmera cheia de pedras de kryptonita". O elitor coça a cabeça, preocupado... Como poderá o Homem de Aço seguir em frente com sua fraqueza mortal permeando o cenário? E ele sofre em antecipação a mais uma ameaça à vida do herói. Mas aí vem o segundo parágrafo e diz: "Ele pensa que Kryptonita pode valer dinheiro no mercado negro, apanha algumas e guarda no bolso de sua calça para vender mais tarde."
- Superman não enfraquecer da presença de kryptonita?
- Superman auferir lucro do mercado negro?
- SUPERMAN USAR CALÇAS COM BOLSOS?!?
Quem é esse cara e porque estão o chamando de "Superman"?
Existe uma palavra específica para quando um cânone é ferido:
HERESIA!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CURRICULUM ATUALIZADO!
Amigos, dêem uma revisada em seus currículuns..
Você acha que não te contratam em uma Grande empresa porque o seu
currículo é muito 'fraquinho'?
É muito simples, basta fazer algumas substituições no Nome de sua profissão!
A seguir, algumas dicas para você dar um reforço em seu curriculum.
Apenas falando de seus empregos anteriores:
(as últimas são as melhores!)
* Especialista em Marketing Impresso (boy da xerox)
*Supervisor Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde (faxineiro)
* Oficial Coordenador de Movimentação Interna (porteiro)
* Oficial Coordenador de Movimentação Noturna (vigia)
* Distribuidor de Recursos Humanos (motorista de ônibus)
* Distribuidor de Recursos Humanos VIP (motorista de táxi)
* Distribuidor Interno de Recursos Humanos (ascensorista)
* Diretora de Fluxos e Saneamento de Áreas (a tia que limpa o banheiro)
* Especialista em Logística de Energia Combustível (frentista)
* Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (pedreiro)
* Segundo Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil(servente, o chamado peão de obra!)
* Especialista em Logística de Documentos (office-boy)
* Especialista Avançado em Logística de Documentos (motoboy) - que delícia...
* Consultor de Assuntos Gerais e Não Específicos (vidente) - esse é melhor ainda!
* Técnico de Marketing Direcionado (distribuidor de santinho nas Esquinas)
- que idéia genial!!!
* Especialista em Logística de Alimentos (garçom)
* Coordenador de Fluxo de Artigos Esportivos (gandula)
* Distribuidor de Produtos Alternativos e Alta Rotatividade (camelô)
- não é perfeito???
* Técnico Saneador de Vias Publicas (gari)
* Especialista em Entretenimento Masculino (prostituta)
* Especialista em Entretenimento Masculino Sênior (prostituta de luxo)
* Dublê de Especialista em Entretenimento Masculino (travesti) - esse é bárbaro!!!
* Supervisor dos Serviços de Entretenimento Masculino (cafetão)
* Técnico em Redistribuição de Renda (ladrão) - genial!!!!!!!!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
AXE COP - Webcomics (inglês).
Em um ato de total espartafúdia, um policial decide pegar um machado e cortar cabeças fora de "bad guys" em geral, ao lado de seu inseparável e mutável parceiro Flute Cop (que virou Dinossaur Soldier, Avocato Cop, Uni-avocato-cop, Ghosth Cop, Dinossauro com braços de fantasmas...).
Acredite: A Marvel no começo da editora não era tão mais realista que o pequeno roteirista!
► http://axecop.com/
PARA NAVEGAR COM MAIS PRIVACIDADE USE O INTERNET EXPLORER 8. INSTALE GRÁTIS.
O professor sempre está errado!
PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
Jô
Soares
O
material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não
tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre
coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive
gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um
'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros
professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá
muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os
alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma,
é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se
impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do
aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem
nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não
tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é
reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu
'mole'.
É,
o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça
a ele!