sexta-feira, 4 de junho de 2010

Mirumoto Nobunaga - os últimos meses






- Primeiro grande "inimigo", um monstro completamente imune a sua arma. Só pode ficar dando voltas ao redor dele;

- Com a vitória (do resto do grupo e dos NPCs), foi trespassado por uma flecha com a espessura de uma lança. Precisaram perder seu orgulho para sobreviver por ter caído tão prematuramente;

- Torneio Rubi: deixou de treinar para provas que haviam um membro de seu grupo que já as dominavam. No último instante, trocaram este membro por um que não as tinham;

- Perdeu provas em um torneio por falha de dados que não deveriam acontecer - especialmente a de arqueirismo;

- No combate em grupo, foi provocado por um dos colegas para permanecer na arena contra todos os inimigos mais fracos, e não teve energias quando foi confrontar os inimigos que valiam a pena;

- Na busca por uma assassina ficou seguindo a pista errada e essencialmente foi a razão dela fugir;

- Quando voltou ao rastro da assassina em seu primeiro momento tombou cego e surdo;

- ... e ainda na muralha das Shadowlands, antes de realmente entrar na zona de conflito propriamente dita, perdeu num teste de percepção (3 em 3d10!) e foi mastigado por um Oni gigante como se fosse chicletes.

Vejamos como eu me saio este domingo, quando sair do hospital.


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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Robin Hood






Estréia esta sexta  o Robin Hood, de Ridley Schott estrelado por Russell "Gladiator de mente brilhante" Crowe.

"Robin dos Bosques" foi uma forte inspiração para um personagem meu, o Dranoew. Mas desde o do Kevin Costner (1991) tentaram fazer dele um personagem mais politizado. Tudo indica que este será nos mesmos moldes (não vejo Crowe como Erold Flint). Ainda mais com Schott na direção.

Nada contra. Adorei "O Príncipe dos Ladrões" de '91. Especialmente o mouro interpretado por Morgan Freeman (ainda acho que ELE deveria ter sido o Mace Windu, e não o Sam Jackson). Mas sinto falta desse personagem mais fanfarrão. o Jack Sparrow da franquia Piratas do Caribe raspa de leve, mas era mais para transloucado do que o "cool guy com tiradas espertas". Este estereotipo morreu com os '80, meio que por ter pouco vínculo com a realidade... Mas às vezes queremos exatamente isso ao ir ver um filme: deixar de lado a realidade por duas horas.

Já nos trailers eles começam a falar do pai de Robin de Locksley, que na mitologia foi executado por Príncipe John e seu lacaio xerife de Nothingham por causa de suas terras. Mas desta vez, ele é um "Oliver Cromwell" precorce e por isso foi à forca, causando o sentimento de vingança no arqueiro inglês. Bem, melhor que a "ama-de-leite brixa" do filme de '91, mas torna um típico herói de ação muito cabeça para seu público. Quando penso no Hood, Little John, Will Scarlet, Frai Tuck e especialmente Lady Marion, quero ver um pouco de aventura medieval, não um épico histórico.

De qualquer forma, promete ser um bom filme. Também gosto de filmes históricos, e se abster que aquele australiano tarracudo deveria estar de verde, vou apreciar ainda assim.

Alguém me acompanha?


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terça-feira, 11 de maio de 2010

copa - 'bora Chingar o Dunga!






A Seleção Brasileira se sagrou como o melhor futebol do mundo com o tricampeonato de '70.

'74, a seleção tricampeã entrou de salto alto e tropeçou na Laranja Mecânica. '78, não foi nem culpa dela (foi a suspeitíssima copa da Argentina, que fomos desclassificados sem perder um jogo), mas depois disso, sempre fomos considerados a melhor, mais forte seleção na competição. E invariavelmente perdíamos independentemente disso... Até '94.

Carlos Alberto Parreira foi completamente desacreditado para os Estados Unidos. Voltou com a Taça. Dunga era o capitão dessa equipe.

Fomos para a França em '98, depois de 24 anos sem título, na posição de atual campeã. Ronaldo era o melhor jogador do mundo. Mas Ronaldo teve misteriosas convulsões e perdemos uma copa bem "já ganhou". A França de Zidane tira de nossas mãos o título.

Voltamos em 2002 com a Família Scolari. Felipão intransigente não convocou Romário! O que ele estava pensando? E seu futebol pragmático e que ignorava os clamores do povo?

Sete jogos, sete vitórias. E um pentacampeonato.

Alemanha 2006, o Brasil, mais uma vez campeã do mundo, com seu Quadrado Mágico (Os Ronaldos, Kaká e Adriano). Fanfarrões e arrogantes repetiu o resultado de '98. Bem, foi pior, já que não chegamos na final. Mas caímos ante Zidane e sua França.

Alguém reparou o padrão?

24 anos como Melhor seleção, 24 anos sem títulos;

Dois técnicos carrancudos e intransigentes, altamente criticados e desacreditados, trazendo a Taça;

Três seleções com tudo para humilhar todas as outras, perdendo por culpa exclusiva de sua arrogância ou de dependência de indivíduos.

O Brasil é uma mina de ouro no quesito produzir astros do esporte, mas a meu ver é muito fácil isto subir à cabeça. Talvez a maioria seja burra, talvez o fato de uma seleção desacreditada ter mais a provar, e dão aquele impulso extra para alcançar suas conquistas... O fato é que os técnicos mais desacreditados são os que estão conquistando as copas.

Por isso, continuem reclamando de Dunga não levar Ganços, Patos, galinhas. Clamem mais pelo "Menino de Santos". Temos mais chances assim!

Fiquem com a propagnada do Hotmail:

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

♫Eu tive um sonho♪






Tive um sonho maluco hoje. E por milagre, me lembrei dele ao acordar.

Eu era um policial no primeiro dia. Tinha fardinha e tudo. No sonho eu me sentia meio que um Impostor... como se eu só tivesse roubado o uniforme para me passar por policial, mas nada que afete realmente a trama. É só coisa de sonho mesmo.

Nisso, para um caminhão apreendido. Vejo a cena externa da delegacia onde trabalhava - reconheço a Delegacia de Turismo na Orla. O prédio é bonito... mas não era na Orla. Era um local pesadamenet urbano, sem praias nem praças.

O Motorista do caminhão sobe numa rampa da calçada e fica na porta, como se fosse acesso de ambulância. Delegacias não costumam ter isso... Mas a minha tinha. E lá estava o trambolhão estacionado.

Até o momento não sabia porque estavam apreendendo o caminhão. Talvez porque eu não fosse policial de verdade... Mas eu entro na cabine. Do lado de fora vejo se aproximar o "dono" do caminhão, berrando desaforos para mim. Não lembro o que exatamente ele berrava, mas sabia que era desaforos. Ele lembrava aquele jurado gordo e grizalho com nome de mulher do "IDOLOS"... Não adianta que não lembro o nome dele. Até a camisa amarela sem estampa, longa quase como um vestido, eu lembro.

- Olha, senhor... - ameaço. - Você está a SEGUNDOS de ser preso por Desacato!

- Que nada! Não se prendem ninguém por Desacato! - ele retruca. - Duvido! Quero ver voc~e me prender!

Eu apontei para dentro da delegacia. Ele FOI comigo sem questionar! É muito mole trabalho de policiais em meu sonho.

Entro até um balcão branco e sujo, com um enorme arquivo de madeira atrás, que era uma brecha entre a parede e uma passagem escura. Eu apresento o meu Prisioneiro, que inclusive pega minhas algemas e põe em si mesmo. Fala em tom de desafio "me prendam por desacato!" Uma das oficiais se levanta e encaminha-o para uma cela. Então ele percebe que eu estava certo e fica calado.

Me dão um caderno de brochuras pequeno para, segundo eu suponho, registrar a ocorrência. Ele era todo preenchido como um formulário, solicitando dados e informações sobre o ocorrido... Mas curiosamente, era manuscritos em caneta vermelha! E tinha sessenta laudas de informações. E era difícil... Na quarta eu estava entediado!

Passo pela cela de meu prisioneiro, e ele já está lá com dois jovens, a olhar fichas e livros. Suponho que sejam advogados de início de carreira tentando estudar sobre o crime de desacato para libertar o réu.

A partir daí o sonho fica bem chato e repetitivo, e então eu acordo.

...

Não, não embelezeu absolutamente nada. Transcrevi exatamente como me lembro. Até porque, como texto mesmo, está uma porcaria.

Ah, e não uso de drôugas.

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

O Ventaval - Um desabafo digno do Saramago

Vendaval é um fenômeno. Fenômeno da língua portuguesa: Como uma palavra cuja raíz é "vento" se torna "vendaval" em vez de "Ventaval"?

Eu lembro quando descobri essa palavra na Primeira Série. Eu já tinha ouvido falar na expressão mas por um evento de pareidolia entendia "VenTaval", até que usei em um dever de casa. A Tia circulou de vermelho o "T" e baixou minha nota. Quem me conhece sabe que minha letra é meio garranchuda - e com "meio" quer dizer graças a deus existe o teclado! - então achei que a Tia... Bem, a Professora, entendeu outra letra. Talvez um "D"! Que absurdo, né?

Teve então um segundo dever de casa, no qual eu caprichei nos meus "T"s para mostrar que aprendi a lição. No finalzinho da lição até empurrei a palavra "Ventaval"... Com um T muito bonito, elegante, com corte vertical claro mas não exagerado, e bom distanciamento das demais letras.

Mas ela cortou DE NOVO o "T". Mas desta vez só do "ventaval".

- Tia, faz o favor. - Falei chamando a atenção. - A senhora não entendeu isso aqui?

Ela olha e diz:

- Não. Entendi sim. Está errado.

- Mas isso aquí é um "T".

- Eu sei.

Coçei minha jovem e confusa cabeça.

- Então o que está errado?

- É "Vendaval". O correto é com "D"

- Não, não é. - falei na bucha. Não fazia sentido! Sequer hesitei em corrigir a profissional de ensino que deveria ter uns 80 anos a mais que eu.

 Minhas memórias da continuação da prosopopéia são vagas, mas tenho certeza que não saí convencido. Eu sei porque mesmo hoje, segundo grau completo, dois níveis superiores, e usando a palavra escrita (bem, teclada) como instrumento de trabalho, não me conformo que os Romanos, os Piriepos e os Portugueses tenham colocado um "D" no derivado de "Vento". Ainda mais com tantas outras formas usando um "T".

 ♪Vento ventania, me leve para as portas do céu...♫

Se tem muito mato, você tem um MATAGAL ou um MADAGAL?

 Bem, eu não errei no título, caso alguém queira me corrigir. Considero mais uma das aberrações da língua portuguesa. Tal qual o "s" com som de "z". Mesmo hoje eu preciso parar e avaliar - ou mesmo apelar para o corretor ortográfico - ante palavras como Empresa, Crise e Talves Talvez.

PS: Tive um problema semelhante com o "muito". Em outro dever, a Tia circulou uma consoante no meio da palavra.

- Ah, não! - revoltei-me. - Vai me dizer que "muinto" é com "M" no meio, não vai?

Ela olha para mim horrorizada.

- Nem com "m" nem com "n". Não tem nada entre o "U" e o "I"

- Como assim? É "muito"?!?

- É!

- "Muy"... "tóh"?!? - insisto incrédulo, com longa pausa silábica.

- Sim.

- Mas se pronuncia "Muinto"!

- Mas se escreve "muito".

Então, chorando com sinceridade, eu disse:

- Tia... Posso substituir o "ventaval" por "ventania", mas "Muinto" eu uso direto! Não me faz isso! Não tire o "muinto" de mim!

Hoje, faço como o D'zilla: Uso "DEVERAS"!