terça-feira, 28 de maio de 2013

Os PJs: A formação do Grupo

Mirumoto Nobunada. Tholen da Torre do Martelo. Hellen'ae Mooredriff. Yuuhi Midori.

Meliny
Por que Meliny? Bem, a facilidade que eu tenho em junta-los por melhor domínio do cenário. Um mundo de fantasia medieval, com um "inferno" bem explorado em "O Demônio interior II" e "Mystara: princesa Succubus", com um influente reino oriental, com conflitos entre rigorosos samurais e misteriosos seres com poderes absurdos. 
Particularmente, ando trabalhando bastante no modesto reino Doravânia, que é coincidentemente o mais próximo do orientalíssimo Wen-ha. 
CONSIDERAÇÔES::
Não só sistemas, como cenários diferentes marcam os quatro personagens. Curiosamente, Hellen e Tholen tem muito em comum. De campanhas alternadas em Forgotten. Decidi que havia uma ligação anterior aos dois. Os demais PJs dos outros colegas ainda existem... De forma "fusionada (como Nindrile) e etc. Outros, podem ser ajustado ao comportamento dos outros. Midori agiria exatamente como Faelar uma vez ajustado ao grupo.
 Hellen tem um segredo... Bem, não para quem jogou comigo ou acompanhou o diário. E também não para quem pega as não tão sutis pistas. Mas quero apresentá-la ao longo de uma série de contos. Partindo do princípio que ela viajou com o Flagelo de Vorbyx...


 Ah, sim. Alguns nomes tive que mudar por "direitos autorais. Nobunaga tornou-se Geen Nobunaga, que seria o equivalente ao clã Dragão de Rokugan (com o bônus de ser a família imperial no tempo do conto). E Não mais Tholen poderá ser chamado de "Flagelo de Vorbyx", uma vez deixado Faerum.
 O grupo de Nobunaga anterior permanece. Alguns nomes mudarão; outros se verão como mais próximos (Hida Fuji e Moto Lee são ambos adequaddos ao clã Tsé, enquanto a divina Shiba Maya seria uma Shorian inegável). Mas vou pincelando esse passado ajustado ao longo da série. 

Sem mais... que comece a loucura!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Conto – A Queda de Icátia – por um cigano

- Deixa eu lhe contar da queda de Icátia. – fala Icrino, virando um copo. – Nossa história ainda existe, mas não em livro, ou papiro. Ou sequer em Monumentos. Estou vendo você aí, jovem Bardo. Vai escrever?

- Eh… Não senhor. – fala o mais novo do grupo.

Icrino debruça-se no tronco que fazia vezes de mesa. Enxuga seu longo bigode negro na camisa de seda bufante, tirando aquilo que não bebeu da caneca oferecida pelos dois anões do grupo. O Cigano lembra que eles falaram o nome de um templo de alguma coisa… Um deus ou um mago que apenas os mais obscuros ouviram falar. Mas eles precisavam de um guia para os arredores da aldeia de Lhentagar e o Cigano conhecia as trilhas e, bem, queria estar em qualquer outro lugar longe de Genesa.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Projeto de personagem: Cavaleiro Centauro Vincant

Vincant Lancer era um campeão de torneio de justas. Com mais prática em eventos controlados do que em guerras, evitou suas responsabilidades utilizando os torneios para viajar atrás de prêmios e renome, sempre montado em seu corcel Quint. Presava a liberdade e a falta de responsabilidade, fora seu orgulho como cavaleiro.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Midori de Konoha

Apesar de não ser o maior entusiasta de Naruto, eu joguei um pbem ha alguns anos (http://rpgnaruto.multiply.com - Corram que o Multiply vai acabar). Como sempre, adoro meus personagens e trabalhei meu pequeno Yuuhi Midori.

Não me limitei à ficha e à interpretação... Escrevi uma série de contos sobre os hiatos das partidas. Também tive um longo arco estrelado unicamente pelos pais do ninja gago.

Um dos vilões que eu "não matei" teve seu próprio arco de histórias. Fujiama da Vila da Areia. Após a derrota para Inagami & Renai, foi colocado como tutor de um jovem com uma técnica misteriosa e cobiçada... E terá sua chance para desforra.

Eu salvei meu material antes que o Multiply destrua o blog. Desde ilustrações minhas, vetores do Fábrica de Heróis, e claro os contos. Ressalto que algumas das técnicas de Midori foram ilustradas. Tudo está no Dropbox.

Comentem!



terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Quarto Assombrado

O Capitão Afrânio Gusmão já havia visto horrores de sua profissão, em ambos os lados da lei. Mas nada como o cômodo da sua nova casa.

Era um estúdio do antigo morador, um colega que ele matou...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Código Gangnam style

O Rapper Psy conquistou o mundo com sua música e um clip inusitado. Com direito a paródias (incluindo "Despedida de Solteiro" do Latrino). No clip Psy, baixo e gordinho, desfila com modelos em clubes e haras em uma dança ridícula mas cativante. Passagens como um túnel “nevando” confetes grudentos e encera-se revelando que ele cantava tudo de uma privada.

 Com sua aparição no SNL e em Ellen (inclusive ensinando a diva pop Britney Spears a fazer a "dança do cavalo maluco"), decidi desvendar a mensagem por trás de "Oppa Gangnam style".

 Primeiro, não sei coreano, mas estava certo que facilmente conseguiria a letra e sua tradução para um idioma que eu dominasse. Mas o que me intrigou foi o "Gangnam". O que diabo viria a ser isso?

 Trata-se de um distrito da capital sul-coreana Seul. Literalmente "abaixo do rio" (o rio Ham), era um grande aterro até o começo dos anos 2000. Um projeto urbanístico e uma manobra de especulação tornou aquela área a mais rica de Seul, com moradores ficando ricos da noite para o dia. Com isso, as melhores clínicas de cirurgia plástica, academias e escolas migraram para lá, a despeito do resto da capital.

 Tanto a facção mais humilde (dos desprovidos daquelas facilidades deslumbrantes) quanto os "velhos ricos" do centro (antigos senhores da cultura e do capital) torcem o nariz para aquela jovem e vaidosa área, que acabou tendo nos jovens ricos e belos (com plásticas e personal trainers) uma figura de representação. Temos similaridades com bairros assim nas nossas cidades.

 Psy é gordinho e dança de forma engraçada. Corrigindo Britney Spears quando ela perguntou se seu salto plataforma não atrapalharia a aula de dança ao vivo, ele disse que prefere assim. "O melhor é estar elegante e dançando brega".

 Acho hilário que a América idolatre "Gangnam style". Nossa história (no mundo ocidental) era centrada na glória de Roma, na Idade Média e cruzadas. A Revolução Industrial e o Iluminismo. O Velho Continente dominou o mundo por séculos, e de repente um aterro entre a Europa e as índias tomou para si o eixo da história, cultura e economia. A América, mais especificamente os Estados Unidos, tornaram-se a potência econômica e militar que "guiou o mundo" no final do século passado. Os menos desenvolvidos olham com cobiça aquela vida "elloy" de celebridades plastificadas, fortunas vultosas, astros de cinema, etc. O Velho Mundo, como os arrogantes moradores do centro de Seul, torcem o nariz para esses menos-cultos-mas-mais-bem-sucedidos novatos do esquema global.

 Os Estados Unidos é uma paródia de Gangnam. Psy aponta sua breguice com trechos de seu extrovertido clip e sua própria figura destoante. Mas americano ri sem entender a piada. Acha que é só um "chinês" divertido.

Ah, e a letra: Não a tradicional letra dos rappers que cantam vantagem e contam "poposudas" que faturou. Passa uma mensagem positiva até... Mas vocês podem ir ao Google pesquisar por si só, não podem?